
.Pés no Chão :: Notícias :: Links :: Contribua :: ContatosO Espaço Cultural Pés no Chão foi criado em junho de 2001 por um grupo de pessoas que desejava fazer da arte um instrumento de aprimoramento humano e social.
Sem dinheiro e com muitos sonhos, o grupo buscou ajuda na comunidade para alugar um espaço físico adequado para abrigar a iniciativa sócio-cultural. Esta ajuda veio, e com 50 inscrições, iniciaram-se as atividades com aulas de ballet, capoeira e teatro.

As instalações físicas instigavam bem mais do que apenas salas de aulas. O local fora anteriormente um boliche, o que já favorecia a implantação de um palco e de uma platéia. Novamente com a ajuda da comunidade, o espaço físico foi adaptado para suas novas funções.
Durante 6 anos, a entidade desenvolveu seu trabalho neste local. Ele contava com um palco de 140m² e uma platéia, que acomodava cerca de 300 pessoas. Construiu também, nesse período, um galpão de artes, uma sala para aulas de música, literatura e alfabetização de adultos, além de uma horta para consumo próprio.
O número de alunos tem crescido bastante, assim como a programação de eventos. Hoje, o Espaço Cultural Pés no Chão é uma instituição respeitada pela comunidade pelo seu trabalho artístico e social e tem recebido um apoio cada vez maior dos comerciantes locais para a realização de seus eventos.


O Pés no Chão é hoje uma entidade respeitada pela comunidade pelo seu trabalho artístico e social e tem recebido um apoio cada vez maior dos comerciantes locais para a realização de seus eventos.
Em 2002, criou o seu primeiro
espetáculo de artes integradas
"Água que pela vida aflora",
apresentado diversas vezes dentro e fora do município de Ilhabela.
No ano de 2003, montou o ballet
de repertório "O Quebra-Nozes".
Também em 2003, foi lançado
"Poema Plural", o primeiro livro publicado pela editora da entidade com o trabalho dos alunos da Oficina de Poesia.
O maior evento do Pés no Chão é o
Dança e Movimento, que em 2006 chegou à sua 10ª edição reunindo grandes nomes da dança e das artes cênicas.

No final de 2005, um evento marcante consolidou a parceria entre a entidade e as escolas estaduais do município: o Festival Estudantil de Teatro e Música.
Em 2006, a produção do espetáculo Bichos da Mata, pelo núcleo de dramaturgia, reforçou o vínculo entre o Pés no Chão e a Secretaria Municipal de Educação.
No início de 2007, foi apresentado o filme "Carpe Diem", o primeiro curta metragem produzido pela oficina de cinema do Pés no Chão.
O Patrocínio, renovado por três vezes pela Petrobrás, é motivo de alegria para a entidade. Ele significa o reconhecimento das ações que vêm sendo empreendidas e a possibilidade de ampliá-las, promovendo dessa forma o aprimoramento social da comunidade.
Em julho de 2007, o Pés no Chão deixou o prédio da Cocaia. Em setembro comprou, através do empréstimo de três colaboradores, um terreno no bairro da Barra Velha. Seu objetivo é atingir uma população de baixa renda, carente, e desprovida de opções de lazer e cultura. Mais do que isso, a entidade pretende trabalhar diretamente com um público de alto risco social, fato que tem sido demonstrado pelos elevados índices de violência e tráfico de drogas na área de sua abrangência.
Desde que entrou no terreno, retomou suas ações. Em outubro apresentou “Bula e a Consciência Perdida”, e em novembro a peça “O Cavaleiro Inexistente”. Em dezembro levou para as escolas municipais “A história de um barquinho”, com as crianças do curso de Contadores de História. Esta peça também foi exibida no palco de barro, construído no próprio terreno, ao ar livre.
Em janeiro, aconteceu a apresentação de “Canto do Mar sem Fim”, produção musical da entidade, pela primeira vez no interior do teatro-escola em construção.
Também em janeiro de 2008, o Pés no Chão promoveu oficinas com as crianças do bairro, e no dia 18 de fevereiro retoma suas atividades de formação artística, oferecendo 450 vagas em diversos cursos. Desde janeiro estão sendo promovidas sessões de cinema no Pés no Chão. Elas atraem tanto o público infantil quanto o adulto, e tem unido famílias inteiras que vem para a entidade assistir os filmes selecionados.
Em dezembro de 2007, o Espaço Cultural Pés no Chão foi contemplado, pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, com Prêmio de Apoio à Cultura, PAC, para a produção de um documentário sobre a Cultura Tradicional das Comunidades Caiçaras.
