Visconde partido ao meio

 

 

A dramaturgia do Pés no Chão compreende 3 Cursos:

 

Contadores de Histórias

Pequenos Contadores de Histórias

Teatro

 

 

 

 

 

Contadores de Histórias


Em 2002 o grupo iniciou pesquisa em contos de tradição oral, buscando seus heróis e procurando reconhecer-se nos conflitos que dinamizam as histórias. Ao contá-las, bucava evidenciar esses conflitos de forma lúdica, num jogo que recorria a cores, formas, bonecos e máscaras.

A peça João de Ferro (adaptação de um conto dos Irmãos Grimm) foi resultado dessa pesquisa.

 

João de Ferro

 

João de Ferro

 

João de Ferro

 

João de Ferro

 

Em 2005 o grupo direcionou seus trabalhos à questão ambiental.
O Monstro Bula e a Consciência Perdida é uma criação coletiva que fez parte do projeto Lixo Legal, uma iniciativa de consolidar em Ilhabela a coleta seletiva de lixo.

Agregar valores ao lixo reciclável através do resgate da nossa própria consciência ambiental foi o eixo desta montagem, apresentada em escolas, praças, associações de bairro e diversos eventos ambientais do litoral norte.

 

Bula e a consciência perdida.

 

Bula e a consciência perdida.

 

Bula e a consciência perdida.

 

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Pequenos Contadores de Histórias

Trabalhar para crianças impulsionou o trabalho com crianças.
As histórias encantadas promovem descobertas.

A sabedoria do Rei, a coragem guerreiro, a beleza adormecida da donzela... Como será voar num tapete mágico, ou esconder-se dentro do ovo do corvo? Em torno desses temas a criança constrói o gesto, encontra a palavra e se manifesta... sempre numa perspectiva coletiva, na relação com o grupo, e com a platéia.

Desde 2004, o grupo também participa do projeto Pés na Escola, com um espetáculo por ano cujo eixo temático é cultural ou ambiental, e que é apresentado pelas crianças às escolas da rede pública. Este ano, a peça Bichos da Mata, cujo tema é a biodiversidade, foi produzida integrando as equipes de dança e Karatê.

 

 

 

 

 

 

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Teatro

Este curso é formado por adolescentes e jovens adultos e já conquistou uma certa estabilidade, pois já vem trabalhando junto há algum tempo.
É bastante versátil, já que a maioria de seus participantes possui conhecimentos em outras áreas: dança, música, artes plásticas, poesia, etc.

Participou de montagens em conjunto com a equipe de dança, como em Água que Pela Vida Aflora em 2002 e Romeu e Julieta, em 2004.
Em 2005 iniciou pesquisa em contos de Ítalo Calvino (trilogia Nossos Antepassados), tendo desenvolvido como teatro de rua e na forma de cordel uma adaptação de O Visconde Partido ao Meio em diversos locais de Ilhabela e litoral norte, tendo realizado também apresentações em praças de São Paulo. Atualmente está em cartaz com outro conto da trilogia: O O Cavaleiro Inexistente, com cenas filmadas e bonecos e objetos de cena criados com plástico reciclável.

 


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